quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vídeo - crise do Império Romano do Ocidente

Olá pessoal. Cliquem no link abaixo e assistam um vídeo (dentre vários possíveis) sobre uma versão sobre a queda de Roma, dentro do contexto histórico da crise do Império Romano Ocidental. Depois, respondam à seguinte pergunta em seu caderno: Dos fatos ocorridos no vídeo, algum ou alguns foram citados em nossas aulas? Cite um exemplo.
video, queda de Roma

Vídeo - queda de Roma

Caros alunos assistam este vídeo objetivando ilustrar nossa aula sobre crise do Império Romano do Ocidente e respondam em seu caderno à seguinte pergunta: Algum assunto do vídeo foi confirmado em nossas aulas? Cite um exemplo.

vídeo crise imperio romano do ocidente Abraços, prof. Augusto

sábado, 10 de novembro de 2012

Dia Nacional da Consciência Negra - 22.11.12

Atenção alunos 8ªs A-B-C. Façam as atividades abaixo, intituladas Consciência Negra 1 e Consciência Negra 2. São opcionais e respondam em uma só folha de caderno. Entreguem até 19.11.12, impreterivelmente. Abçs, prof. Augusto.

Consciência Negra 2 - atividade - 0,3 ponto

clique nos links abaixo e após ver os vídeos responda:
1) Consulte um dicionário ou outra fonte e conceitue quilombo. Descreva os passos para um quilombo ser protegido pelos órgãos públicos, segundo o vídeo (0,2).
2) O que é preconceito social, segundo o vídeo? (0,1).

http://www.youtube.com/watch?v=zjj3ii_GYrY

http://www.youtube.com/watch?v=9OGSS0G1OHI

Consciência Negra 1 - atividade - 0,2 pontos

Atenção 8ªs A-B-C. Leia o texto abaixo e depois responda o que se pede (valor: 0,2)



Combater o preconceito racial
Combater o preconceito racial não é uma questão simplória. É preciso que a nossa História seja contada sem trauma nem rancor. O passado de preconceitos não se pode refletir em um futuro de discriminações, mágoas e dívidas a pagar.

O preconceito racial atualmente é questionado, visto que a ciência ao decifrar nosso código genético comprovou que as diferenças no DNA entre brancos e negros são efêmeras e praticamente inexistentes. Partindo desse pressuposto, já seria uma ignorância tentar distinguir raças e o pior caracterizá-las e discriminá-las.

O homem de tempos atrás não apresentava tamanho conhecimentos e compreensão sobre o mundo em que vivia. Por isso, achava que de fato a raça negra era inferior e com isso a escravizava. Não só os negros foram vítimas da ignorância humana, mas também outros grupos e etnias como os ciganos, mulheres e judeus. A injustiça social, então passou a excluir cada vez mais grupos desfavorecidos. Esse processo histórico deixou conseqüências nefastas às mais variadas pessoas.

Estamos agora em pleno século XXI e com mapeamento do nosso código genético decifrado. A ciência nos provou que na verdade não há raças na espécie humana, mas apenas pequenas variações genéticas para que o homem possa se adaptar melhor no meio em que vive. Não é mais pertinente o preconceito racial, já que raças não existem.  Será que essa insensatez vai ser alimentada por isso uma raça que na verdade nem existe: os negros? Isso nos faz lembrar a África do Sul de outrora, em que o "apartheid", ou seja, a segregação racial era enorme. Será que aqui no Brasil esse "apartheid" não vem maquiado por leis aparentemente benéficas?

Os negros sem dúvida sofreram grandes injustiças no passado, mas o passado não pode ser refletido no presente e nem no futuro. Se ainda há o preconceito, a sociedade tem que ser educada através de propagandas e de punições severas quando for detectado atitudes ou atos de discriminação. Faz-se necessário à devida conscientização do povo que a própria ciência já nos mostra e derruba a teoria arcaica das raças na espécie humana. Portanto, não existe a raça negra, branca, amarela nem vermelha. O que existe são pequenas variações que são aproveitadas por mentes vesanas para estimular o preconceito étnico. As diferenças étnicas, de crença, religião e cultura, devem ser respeitadas e aceitas em sua essência desde que essas não transcendam os direitos humanos. A peculiaridade de cada povo deve ser entendida e respeitada para que possamos continuar com a riqueza das múltiplas culturas existentes em nosso país e, principalmente, para que o preconceito racial chegue ao fim. Em um país miscigenado como o nosso, temos que entender melhor a explicação da ciência: todos nós temos a mesma essência física nos diferenciamos apenas em questões tênues e inconcebíveis para que haja qualquer discriminação.

Disponível em http://negrozu33.spaces.live.com/blog/cns!185B19E98DFC0D19!296.entry – acesso em 18.11.10 – postado em julho 2005.

1) De acordo com o texto acima, existem raças? Explique.
2) "Vocês riem de mim porque sou diferente e eu de vocês porque são todos iguais" (prof. Augusto)? Explique o preconceito duplo desta frase.
A peculiaridade de cada povo deve ser entendida e respeitada para que possamos continuar com a riqueza das múltiplas culturas existentes em nosso país e, principalmente, para que o preconceito racial chegue ao fim. Em um país miscigenado como o nosso, temos que entender melhor a explicação da ciência: todos nós temos a mesma essência física nos diferenciamos apenas em questões tênues e inconcebíveis para que haja qualquer discriminação.A peculiaridade de cada povo deve ser entendida e respeitada para que possamos continuar com a riqueza das múltiplas culturas existentes em nosso país e, principalmente, para que o preconceito racial chegue ao fim. Em um país miscigenado como o nosso, temos que entender melhor a explicação da ciência: todos nós temos a mesma essência física nos diferenciamos apenas em questões tênues e inconcebíveis para que haja qualquer discriminação.
A peculiaridade de cada povo deve ser entendida e respeitada para que possamos continuar com a riqueza das múltiplas culturas existentes em nosso país e, principalmente, para que o preconceito racial chegue ao fim. Em um país miscigenado como o nosso, temos que entender melhor a explicação da ciência: todos nós temos a mesma essência física nos diferenciamos apenas em questões tênues e inconcebíveis para que haja qualquer discriminação.

A peculiaridade de cada povo deve ser entendida e respeitada para que possamos continuar com a riqueza das múltiplas culturas existentes em nosso país e, principalmente, para que o preconceito racial chegue ao fim. Em um país miscigenado como o nosso, temos que entender melhor a explicação da ciência: todos nós temos a mesma essência física nos diferenciamos apenas em questões tênues e inconcebíveis para que haja qualquer discriminação.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Atenção alunos dos 1ºs anos, seguem pequeno texto para completar assunto do livro: Uma das consequências das cruzadas foi a vinda de especiarias e produtos de luxo do Oriente próximo e do Extremos Oriente com mais intensidade para a Europa. Por quê? Porque os exércitos das cruzadas, à medida que iam se aproximando de Jerusalém, em maior ou menor grau, foram libertando várias cidades do domínio muçulmano e assim, aliviando esses comerciantes europeus, que, antes das cruzadas, tinham muitas dificuldades com as taxas, impostos e demais dificuldades colocadas pelos muçulmanos no comércio destes produtos. Ao chegar à Europa, esses produtos  geraram um mercado consumidor  (claro, consumíveis por uma minoria privilegiada, pois eram caros) e começou a surgir um novo setor social no feudalismo: a burguesia, a classe ligada ao comércio e que, dentre outras atividades, passaram a comercializar estes produtos (especiarias e produtos de luxo). Portanto, duas transformações no modo de produção feudal ou feudalismo começaram a surgir: revitalização do comércio (transformação econômica) e surgimento da burguesia, a classe dos comerciantes e banqueiros (transformação social). Em tempo: o que eram as especiarias? Eis alguns exemplos - gengibre, pimenta-do-reino, cravo, canela e outros. Mas qual sua utilidade? Na culinária e como medicamentos para os europeus. E o que eram esses produtos de luxo? tapetes, tecidos finos como seda, porcelanas, perfumes, etc, ou seja, produtos pouco conhecidos dos europeus.

Grande abraço, prof. Augusto

quinta-feira, 10 de maio de 2012

PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL DA HISTÓRIA E MODOS DE PRODUÇÃO


Em geral, a cada período tradicional da História corresponde um determinado modo de produção. Lembre-se prezado aluno que este assunto é só algo idealizado e muito convencional, para facilitar a correspondencia citada. Aí vai esta correspondência:

Pré-História - Comunismo ou coletivismo primitivo;
Idade Antiga ou Antiguidade - modo de produção asiático (civilizações orientais antiga, como Egito e Mesopotâmia) e modo de produção escrtavista (Grécia e Roma Antigas);
Idade Média - modo de produção feudal ou feudalismo;
Idade Moderna - transição (mudança) do feudalismo para o capitalismo;
Idade Contemporânea - modo de produção capitalista ou capitalismo (dominante).

Obs.: 1) Prezado aluno, lembre-se que sendo esta periodização eurocentrista, este esquema aplica-se mais à história europeia e cada modo de produção é apenas dominante em cada período histórico, o que não exclui a possibilidade dele conviver com outros; 2) Trate de memorizar, pois isto será cobrado em nossa prova intermediária; 3) Veja em seu caderno o assunto "Periodização tradicional da História" e relacione-o com o assunto aqui visto.