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feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência doImpério Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média.

Segundo o teórico escocês do Iluminismo, Lord Kames, o feudalismo é geralmente precedido pelo nomadismo e sucedido pelo capitalismo em certas regiões da Europa. Os senhores feudais conseguiam as terras porque o rei lhas dava. Os camponeses cuidavam da agropecuária dos feudos e, em troca, recebiam o direito a uma gleba de terra para morar, além da proteção contra ataques bárbaros

Representação do modo de vida no Feudalismo. Fonte: Wikipédia
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MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO
1) CONCEITO - Chama-se modo de produção asiático, um modo de produção característico de algumas antigas civilizações orientais (como Egito e as que se desenvolveram na Mesopotâmia, como os sumérios, por exemplo) e até nas civilizações pré-colombianas na América (incas, maias e astecas), com as devidas diferenças históricas.
2) CARACTERÍSTICAS.
2.1) Monarquia teocrática - o rei é considerado um representante dos deuses na Terra (Mesopotâmia) ou uma encarnação dos mesmos (como o faraó, no Antigo Egito). Alguns estudiosos colocam que o faraó era uma espécie de pai protetor do povo egípicio e isto o auxiliava a ter grande poder político, pois quem fôsse contra o faraó, estaria indo contra os deuses egípcios.
2.2) Construção de grandes obras - Eram construídas grandes obras como pirâmides, zigurates e principalmente, obras ligadas ao controle das águas como diques e canais de irrigação, sob a coordenação do Estado centralizado. Lembremos que o Egito, por exemplo, era uma civilização desértica, amenizada pela presença do rio Nilo e até certo ponto, grandemente dependente dele.
2.3) Servidão coletiva da população - A população tinha que servir o Estado, na forma de pagamente de impostos (em serviços ou em produtos que os camponeses cultivassem). Era a devolução do "favor" que o Estado fazia ao oferecer a terra aos camponeses (a terra não pertencia a eles). A agricultura era a base da economia.
2.4) Propriedade estatal dos meios de produção - A terra, bem como os demais meios de produção (minas de outro e prata, por exemplo) era de propriedade do Estado. Isto lembra um pouco o modo de produção socialista ou comunista. Era raro haver propriedade privada dos meios de produção. De forma bem simplificada, meio de produção é tudo aquilo que produz riqueza como terras e fábricas, por exemplo.

Obs.: Só para efeito de comparação, no sistema capitalista, a maior parte dos meios de produção são de propriedade privada. Já no sistema socialista, mais ou menos metade dos meios de produçaõ são privados e a outra metade são do Estado. Se quiser, pesquise mais sobre isto.

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PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL DA HISTÓRIA E MODOS DE PRODUÇÃO


Em geral, a cada período tradicional da História corresponde um determinado modo de produção. Lembre-se prezado aluno que este assunto é só algo idealizado e muito convencional, para facilitar a correspondencia citada. Aí vai esta correspondência:

Pré-História - Comunismo ou coletivismo primitivo;
Idade Antiga ou Antiguidade - modo de produção asiático (civilizações orientais antiga, como Egito e Mesopotâmia) e modo de produção escrtavista (Grécia e Roma Antigas);
Idade Média - modo de produção feudal ou feudalismo;
Idade Moderna - transição (mudança) do feudalismo para o capitalismo;
Idade Contemporânea - modo de produção capitalista ou capitalismo (dominante).

Obs.: 1) Prezado aluno, lembre-se que sendo esta periodização eurocentrista, este esquema aplica-se mais à história europeia e cada modo de produção é apenas dominante em cada período histórico, o que não exclui a possibilidade dele conviver com outros; 2) Trate de memorizar, pois isto será cobrado em nossa prova intermediária; 3) Veja em seu caderno o assunto "Periodização tradicional da História" e relacione-o com o assunto aqui visto.

Egito Antigo: algumas curiosidades

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Mumificação no Egito antigo
Por mais de 3 mil anos, cadáveres foram dissecados, desidratados e enfaixados
por Maria Carolina Cristianini
A expressão “a terra há de comer” não faria sentido para as pessoas com dinheiro no Egito antigo. Lá, acreditava-se no ka, uma força que continuava após a morte – desde que o corpo fosse bem conservado. Para isso, usava-se uma técnica inspirada no deserto. Após observar que a areia quente e o ar seco preservavam os mortos, os egípcios criaram um método de dissecação e mumificação acompanhado de um ritual religioso.
As primeiras múmias conhecidas são de 3000 a.C. Privilégio dos monarcas, 800 anos depois é que o processo se estendeu a qualquer um que pudesse pagar. E nem só humanos eram mumificados. Em janeiro, cães foram encontrados em El Faiyum, um oásis a 80 quilômetros do Cairo. “Era uma forma de homenagear animais de estimação”, explica o historiador Julio Gralha, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
As últimas múmias são do século 4 d.C.. A influência romana e o avanço do cristianismo podem ter encerrado a prática.

Rumo ao sarcófago
O processo tinha seis passos e demorava até 70 dias
1. Limpeza geral
O corpo era levado para tendas ao ar livre, em um lugar chamado Ibu (local de purificação), na margem oeste do rio Nilo, onde ficavam os cemitérios. Ali, era entregue a sacerdotes. Em uma mesa inclinada para coletar fluidos, era lavado com vinho de palma e água do rio.
2. Adeus, vísceras
O sacerdote Ut removia os órgãos por um corte do lado esquerdo do abdômen. Só sobrava o coração. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para recipientes especiais.O resto era jogado no rio Nilo – incluindo o cérebro, que era retirado pelas narinas.
3. Guardiões
Os órgãos mais importantes eram armazenados em vasos. Eles representavam os quatro filhos de Hórus, deus dos céus: Duamutef (cachorro) cuidava do estômago; Qebehsenuf (falcão), dos intestinos; Hapi (babuíno), dos pulmões; e Amset (humano), do fígado.
4. Sal até as entranhas
Com o cadáver livre das vísceras, começava o processo de desidratação, feito com natrão, um tipo de sal mineral muito comum na região. O corpo era preenchido e envolvido com esse sal e permanecia assim por 40 dias.
5. Recheio seco
Após a desidratação, havia nova lavagem com água do Nilo e aplicação de substâncias aromáticas e óleos para aumentar a elasticidade da pele. Para não ficar deformado, o corpo era recheado com serragem e plantas secas. Só então recebia até 20 camadas de tiras de linho engomado.

Proteção no além
Os corpos eram enfaixados junto com diversos amuletos
Olho de Wadjet
Colocado na testa, garante proteção e apoio para a cabeça
Escaravelho
Impede que o coração se separe do corpo
Nó de Ísis
Colocado no peito, pede segurança para a deusa Ísis
Ankh
Ajuda a superar os obstáculos da outra vida
Disponível em http://historia.abril.com.br/ciencia/mumificacao-egito-antigo-435978.shtml - acesso em 17.04.11

Como é um castelo?

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Resumo nº 03 provão 3º bimestre - nRenascimento Comercial e Urbano na Europa - sécs XI a XV

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Como o Renascimento Comercial e Urbano na Europa, comerciantes e trabalhadores foram formando associações para defenderem seus interesses comuns e, em alguns casos, tentando se libertar do domínio opressivo do senhor feudal. Leia com atenção os conceitos abaixo:
1) Guildas - associações de comerciantes de uma mesma cidade.
2) Hansas -associações de comerciantes de várias cidades. Ex.: Hansa teutônica ou Liga Hanseática.
3) Corporações de ofício - associações de trabalhadores do mesmo ramo de trabalho, em uma mesma cidade, visando defender seus interesses (ex: preços dos seus serviços e proteger-se da concorr~encia de trabalhadores de outras cidades) e fiscalizar a qualidade do trabalho dos mesmo. Ex.: corporações de ofício dos padeiros, ou marceneiros, ou carpinteiros, etc.
4) Cartas de franquia - documentos emitidos pelo rei ou senhor feudal (forçados ou não), dando direito à burguesia de ter autonomia administrativa e política sobre a cidade.
5) Movimento comunal - movimento político da burguesia visando libertar a cidade do domínio do senhor feudal.
6) Comuna - cidade libertada do dompinio do senhor feudal.

Resumo nº 02 provão 3º bimestre

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Alta Idade Média (sécs. V a XI) - corresponde, na Europa, ao período de crise do escravismo do Império romano ocidental e ao desenvolvimento do feudalismo. Baixa Idade Média (sécs XI a XV) - corresponde, na Europa, ao período de crise do feudalismo e lento desenvolvimento do capitalismo. Lembrete: no feudalismo a base do prestígio econômico, social e político é a posse de terras. No capitalismo é o dinheiro.

Resumo p/ provão 3º bimestre

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Monarquia Nacional Francesa - A formação da Monarquia Nacional Francesa está ligada à Guerra do Cem Anos (1337-1453), onde os reis franceses conduziram, em parte, a luta contra os ingleses.
Monarquia Nacional Inglesa - O processo de formação da Monarquia Nacional Inglesa foi parcialmente limitado, parcialmente, pela Carta Magna (1215) e pelo Grande Conselho (futuro parlamento inglês) Só foi consolidado ao final da Guerra das Duas Rosas (1455-1475).
Monarquias Portuguesa e Espanhola - De certa forma, estão ligadas à chamada Guerra de Reconquista, que consistiu em reconquistas o território da península ibérica sob o domínio dos muçulmanos, desde o séc. VIII.
Crise do feudalismo - O modo de produção feudal entra em crise no séc XIV. Pq? Incompatível em acompanhar a produção alimentar para uma população sempre crescente. Fatores que acelararam a crise: a) Guerra dos Cem Anos. Pq? Destruiu/desorganizou rotas de comércio e terras cultiváveis na Europa; b) Peste Negra. Pq? Dizimou cerca de 1/3 da população européia (surto de peste bubônica trazida de navios trazendo especiarias do Oriente), diminuindo a produtividade européia; c) Grande Fome. Pq? Problemas climáticos na Europa (secas e/ou geadas) afetaram a produção agrícola, gerando fome na população e revolta dos camponeses. Tudo isto, gerou condições lentas para o surgimento gradual do capitalismo e lenta decadência do feudalismo, ou seja, um sistema em que o uso da moeda e o trabalho assalariado, conforme discutimos em sala, vão se impondo a um sistema em que a terra e o sistema de trocas de produtos por produtos, características da sociedade feudal ou medieval, e que ditavam o prestígio social, político e econômico das pessoas

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